segunda-feira, 1 de abril de 2013

O que é Biodiversidade?

 
Biodiversidade ou diversidade biológica (grego bios, vida) é a diversidade da natureza viva. Desde 1986, o termo e conceito têm adquirido largo uso entre biólogos, ambientalistas, líderes políticos e cidadãos conscientizados no mundo todo. Este uso coincidiu com o aumento da preocupação com a extinção, observado nas últimas décadas do Século XX.
Refere-se à variedade de vida no planeta Terra, incluindo a variedade genética dentro das populações e espécies, a variedade de espécies da flora, da fauna, de fungos macroscópicos e de microrganismos, a variedade de funções ecológicas desempenhadas pelos organismos nos ecossistemas; e a variedade de comunidades, habitats e ecossistemas formados pelos organismos.
 
Quantas espécies existem no mundo?
 
Não se sabe quantas espécies vegetais e animais existem no mundo. As estimativas variam entre 10 e 20 milhões, mas até agora os cientistas classificaram e deram nome a somente 2 milhões de espécies. Entre os especialistas, o Brasil é considerado o país da "megadiversidade": aproximadamente 20% das espécies conhecidas no mundo estão aqui. É bastante divulgado, por exemplo, o potencial terapêutico das plantas da Amazônia.
Para entender o que é a biodiversidade, devemos considerar o termo em dois níveis diferentes: todas as formas de vida, assim como os genes contidos em cada indivíduo, e as inter-relações, ou ecossistemas, na qual a existência de uma espécie afeta diretamente muitas outras.

A diversidade biológica está presente em todo lugar: no meio dos desertos, nas tundras congeladas ou nas fontes de água sulfurosas. A diversidade genética possibilitou a adaptação da vida nos mais diversos pontos do planeta.
 
As plantas, por exemplo, estão na base dos ecossistemas. Como elas florescem com mais intensidade nas áreas úmidas e quentes, a maior diversidade é detectada nos trópicos, como é o caso da Amazônia e sua excepcional vegetação.
Quais as principais ameaças à biodiversidade?

A poluição, o uso excessivo dos recursos naturais, a expansão da fronteira agrícola em detrimento dos habitats naturais, a expansão urbana e industrial, tudo isso está levando muitas espécies vegetais e animais à extinção. A cada ano, aproximadamente 17 milhões de hectares de floresta tropical são desmatados. As estimativas sugerem que, se isso continuar, entre 5% e 10% das espécies que habitam as florestas tropicais poderão estar extintas dentro dos próximos 30 anos.

A sociedade moderna - particularmente os países ricos - desperdiça grande quantidade de recursos naturais. A elevada produção e uso de papel, por exemplo, é uma ameaça constante às florestas. A exploração excessiva de algumas espécies também pode causar a sua completa extinção. Por causa do uso medicinal de chifres de rinocerontes em Sumatra e em Java, por exemplo, o animal foi caçado até o limiar da extinção. A poluição é outra grave ameaça à biodiversidade do planeta. Na Suécia, a poluição e a acidez das águas impede a sobrevivência de peixes e plantas em quatro mil lagos do país.

A introdução de espécies animais e vegetais em diferentes ecossistemas também pode ser prejudicial, pois acaba colocando em risco a biodiversidade de toda uma área, região ou país. Um caso bem conhecido é o da importação do sapo cururu pelo governo da Austrália, com objetivo de controlar uma peste nas plantações de cana-de-açúcar no nordeste do país. O animal revelou-se um predador voraz dos répteis e anfíbios da região, tornando-se um problema a mais para os produtores, e não uma solução.
 
O que é a Convenção da Biodiversidade?
A Convenção da Diversidade Biológica é o primeiro instrumento legal para assegurar a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais. Mais de 160 países assinaram o acordo, que entrou em vigor em dezembro de 1993. O pontapé inicial para a criação da Convenção ocorreu em junho de 1992, quando o Brasil organizou e sediou uma Conferência das Nações Unidas, a Rio-92, para conciliar os esforços mundiais de proteção do meio ambiente com o desenvolvimento socioeconômico.

Contudo, ainda não está claro como a Convenção sobre a Diversidade deverá ser implementada. A destruição de florestas, por exemplo, cresce em níveis alarmantes. Os países que assinaram o acordo não mostram disposição política para adotar o programa de trabalho estabelecido pela Convenção, cuja meta é assegurar o uso adequado e proteção dos recursos naturais existentes nas florestas, na zona costeira e nos rios e lagos.

 

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Sangue artificial pode ser produzido até 2015

Pesquisa em universidade escocesa está trabalhando na criação de um material semelhante aos glóbulos vermelhos humanos

por Redação Galileu
Editora Globo
Sangue é uma das grandes demandas da medicina, já que muitas pessoas necessitam de transfusões todos os dias. Mas o problema pode diminuir graças a um grupo de biólogos, que acredita que estamos a apenas dois ou três anos de criar uma versão artificial do sangue que corre em nossas veias.

Cientistas da Universidade de Edimburgo, na Escócia, estão usando células-tronco da medula óssea para fazer crescer um material que muito se assemelha aos glóbulos vermelhos criados naturalmente no corpo humano.

O grupo está trabalhando para produzir sangue do tipo O Negativo, compatível com 98% da população mundial, mas produzido por apenas 7%. Como será desenvolvido em laboratório, o sangue artificial estará livre de qualquer vírus ou doença, como HIV e hepatite. Acredita-se que o sangue vai estar pronto para teste em menos de dois anos.

É importante ressaltar que ele não poderá ser um substituto para o sangue natural, mas apenas atuar provisoriamente, em casos de pacientes que necessitam urgentemente de transfusões e essas não puderem ser feitas.

Gabarito Oficial do Enem 2011

http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular-enem/confira-gabarito-oficial-enem-2011-644957.shtml


Confira no link acima o gabarito oficial do Enem/2011

Se esta moda pega

Projeto forma rede de empréstimos de bike sem custos em São Paulo

Lydia Cintra 3 de novembro de 2011

Que tal ser o zelador de uma bike? Há quatro meses começou em São Paulo o projeto Coletivas, cujo lema é: “Bicicleta parada não leva a nada”. Se você tem uma bike parada e sem uso, pode doar. Ou então, pode colocá-la à disposição de uma rede de empréstimos quando não estiver usando. Doação de peças e ajuda com mão-de-obra voluntária em consertos e ajustes também são bem-vindas.


O projeto não tem uma sede, nem pessoas contratadas. Tudo funciona de forma colaborativa, inclusive com a realização de oficinas para reparos nas bikes. Em entrevista para o Bike Pedal e Cia, Fabrício Muriana, um dos idealizadores do Coletivas, disse que “há uma demanda latente por pessoas que começaram a pedalar e um estoque de bicicletas paradas muito grande. Só não está centralizado em algum lugar online”.

O projeto não envolve dinheiro, nem tem essa intenção. As trocas são baseadas na confiança, o que gera uma via de mão dupla. Quem pega emprestado, por exemplo, pode fazer algum reparo, calibrar os pneus ou mesmo devolvê-la mais limpa do que pegou. “Esse seria o pagamento pelo uso, o que ajudará a custear sua manutenção e estabelecerá uma relação de responsabilidade e de mais intimidade com aquela bicicleta”.

O zelador é a pessoa responsável justamente por zelar por uma das bikes. É o responsável por guardá-la e combinar o empréstimo com o usuário interessado. Os detalhes são conversados entre as duas partes envolvidas: tempo de uso, manutenção e local onde serão guardadas são questões combinadas em cada caso.

Cada bike tem um nome (Chiquinha, Amarelinha…). Essa “personificação” faz com que não elas sejam apenas um número. A ideia é criar o sentimento de pertencimento coletivo pelas bicicletas, as protagonistas do projeto. Com o tempo, cada bike terá um “perfil” virtual, com resumo, fotos, histórias e depoimentos que servirão como referência para quem quiser utilizar o serviço.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O mau uso dos medicamentos está favorecendo a tuberculose

Há um problema sério em se tratar tuberculose de qualquer jeito, como qualquer outra doença: que a doença fique mais forte; isto é, o uso de um antibiótico comum pode causar um problema ao gerar um tipo de tuberculose mais resistente. Fluoroquinolonas são as drogas mais comumente prescritas nos EUA, e são utilizadas para lutar contra uma série de infecções, desde sinusite até pneumonia. Elas também são uma espécie de primeira linha de defesa eficaz contra infecções provenientes da tuberculose que mostram resistência medicamentosa. Entretanto, uma nova pesquisa mostra que o uso generalizado de fluoroquinolonas pode criar uma cepa de bactérias resistentes a estes medicamentos também, e isso é pra lá de preocupante.
A tuberculose é uma das doenças infecciosas mais antigas da Humanidade. É causada pelo Mycobacterium tuberculosis, também conhecido como “Bacilo de Koch”, em homenagem ao seu descobridor, o médico Heinrich Hermann Robert Koch. Sua contaminação se dá principalmente por via aérea. Dados históricos sobre a tuberculose no Brasil podem ser vistos diretamente no site da Fundação Instituto Oswaldo Cruz – FIOCRUZ.
O problema principal dessa resistência a medicamentos se dá por causa da Seleção Natural, como sempre.
Quando você aplica um remédio, este agirá em cima do agente etiológico, ou seja, o agente causador de uma doença. O problema é que bactérias (como no caso do Bacilo de Koch) possuem uma taxa de reprodução alta. Assim, é muito fácil aparecer alguma mutação no código genético da bactéria, fazendo aparecer uma nova espécie. Se a taxa de reprodução não for rápida o bastante, o remédio matará todos os agentes infecciosos presentes. Daí, tchau, tchau. Caso a taxa de reprodução seja rápida o suficiente para que alguma cópia seja “mal-feita” (uso o termo “mal-feito” por se referir à produção de uma bactéria com o código genético diferente da célula de origem), apresentando alguma mutação, poderá haver duas coisas. Primeiro, uma mutação que não fará diferença nenhuma, o que significa que a cepa de bactérias não conseguirá viver no meio e perecerá. Uma segunda alternativa será que aconteça uma mutação específica, uma mutação que faça com que a bactéria tenha resistência ao medicamento.
O primeiro caso não é muio interessante neste momento, já que o medicamento age sobre todo o agente infeccioso, ele morre e você fica curado. Simples. O problema está no segundo caso. Mas, por que ele acontece? Simplesmente, a bactéria não fica “mais espertinha” e se defende do remédio. Bactérias não pensam. Quando aparece um indivíduo resistente ao medicamento, ele não vai perecer. Assim, ele gerará mais descendentes e estes terão as mesmas características. Os indivíduos que não tinham resistência ao remédio morrem, sobrando apenas os fármaco-resistentes. Estes últimos gerarão mais descendentes, podendo – através de contato ou via aérea – contaminar outras pessoas, iniciando um novo tipo de tuberculose.
A pesquisa da Drª Rose A. Devasia, a ser publicada na American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, versa sobre a determinação da prevalecência e os fatores de risco da tuberculose resistente a fluoroquinolona na maior parte da população norte-americana. Para isso, eles identificaram todas as pessoas com diagnóstico confirmado de tuberculose. As pessoas que possuíam a variante resistente a fluoroquinolona foram separados dos demais e comparados com pessoas apenas com suspeita da doença.
“Enquanto a resistência das cepas de tuberculose à fluoroquinolona tem sido relatada desde meados da década de 1990, segundo sabemos, nenhum teve as causas diretas investigadas”, disse a Drª Devasia
Depois de excluir os pacientes que não possuíam uma cultura de bactérias utilizáveis, os investigadores analisaram dados de 640 pacientes. Dados como idade, raça e outros fatores demográficos não foram significativamente associados com resistência, mas quando os pesquisadores analisaram os dados de forma mais abrangente, eles encontraram uma associação linear entre a exposição à fluoroquinolona e a resistência a este medicamento.
Em geral, os doentes que tinham utilizado fluoroquinolonas dentro de 12 meses de diagnóstico tiveram quase cinco vezes mais probabilidade de ter uma cepa resistente à fluoroquinolona do que aqueles que não tinham usado o medicamento, e houve uma associação linear entre o comprimento de utilização da fluoroquinolona e a variação bacteriana que apresentava resistência. Ninguém dissera que a Natureza tinha que ser boazinha, nem que a Seleção Natural só propiciasse coisinhas boas.
O Dr. John Bernardo, da Escola de Medicina da Universidade de Boston e o Dr. Wing Wei Yew, do Hospital Grantham – em Hong Kong, constataram que a pressão sobre médicos – particularmente Emergências – para receitar medicamentos impróprios pode contribuir para este problema crescente.
“Por enquanto, todos nós precisamos ser mais cuidadosos ao considerar o uso desses medicamentos e limitar o uso prolongado ou repetido dos usos das fluoroquinolonas, ou mesmo evitá-las completamente, em pacientes que estão com risco de tuberculose ativa”, escreveram os médicos em um editorial de acompanhamento na mesma edição da revista.
O mesmo processo evolutivo que permitiu que a doença venha afetando os humanos por séculos e mais séculos está em curso ainda, só que mais rápido. O ataque contra o inimigo acaba propiciando um inimigo mais forte. Agora, resta aos pesquisadores trabalharem em cima de medicamentos que atuem mais rapidamente, evitando que os impiedosos processos evolutivos hajam na corrida pela vida, onde uma bactéria – que não possui olhos, membros e nem cérebro – ganhe de seres especializados, que conquistaram seu ambiente, mas não são páreos para algo com uma taxa de mutação e velocidade de reprodução muito rápidos.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

A biodiversidade na Visão Darwiniana

A biodiversidade é a variação existente entre as espécies de animais, plantas, microorganismos e outros seres vivos, e também a variação dentro de cada espécie (diversidade genética) e nos ecossistemas, nos quais as espécies interagem entre si e com o ambiente. Para entender a ideia de biodiversidade é necessário estudar a teoria da evolução por seleção natural, proposta pelos naturalistas Charles Darwin e Alfred Russel Wallace, tema do livro "A origem das espécies", de 1859, escrito por Darwin.

A teoria da seleção natural define que cada espécie existente hoje no planeta passou pelo processo de seleção da natureza e está adaptada e equilibrada em seu habitat. A seleção natural é resultado da sobrevivência de indivíduos portadores das melhores variações em relação ao meio onde vivem. Essas variações são hereditárias e se acumulam na descendência, o que no decorrer das gerações pode ocasionar o surgimento de uma nova espécie.

A teoria da seleção natural é um ponto chave para se entender a biodiversidade, como defende Nélio Bizzo, biólogo e professor de Metodologia de Ensino de Ciências Biológicas da Universidade de São Paulo (USP): "sem uma teoria que conceba a evolução biológica é impossível compreender a diversidade biológica. A vida tem uma dinâmica própria que impõe mudanças a cada geração, e a evolução é uma consequência em larga escala dessa dinâmica em pequena escala".

Genética

A ciência hoje já desvendou algo que Darwin desconhecia: a razão pela qual ocorrem as variações genéticas. As mutações são variações espontâneas dos genes, que determinam novas características no organismo, úteis ou não. Caso sejam úteis, prevalecem e são transmitidas a seus descendentes, podendo gerar assim o aparecimento de novas espécies. O neodarwinismo ou teoria sintética da evolução une a proposta de Darwin com os estudos da Genética.

A genética também é uma aliada nas investigações de rotas de migração de indivíduos, como explica Fernandes: "Darwin não conhecia a fundo a genética, os gametas, as taxas de mutação, ou seja, toda a biologia molecular. Agora os cientistas tentam direcionar estudos de evolução usando o DNA mitocondrial, aquele que é herdado da mãe. Com isso consegue-se traçar rotas de migração e dispersão dos organismos, até mesmo do próprio ser humano que migrou, em algum momento, da África para o resto do mundo".

Extinção

Assim como explica o surgimento de novas espécies, a seleção natural também pressupõe a extinção natural de outras; tudo para garantir um equilíbrio ecológico. "As extinções locais e globais são fenômenos naturais, e ocorreram pelo menos cinco grandes extinções em massa nos últimos 545 milhões de anos. No entanto, o ritmo de extinções locais e globais está aumentando. É importante perceber que não se pode esperar acabar com as extinções, mas sim diminuir seu ritmo", diz Bizzo, biólogo da USP.

Para alertar sobre esse ritmo acelerado de extinção das espécies, a Organização das Nações Unidas (ONU) decretou 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade e, no documento que traz o cenário da biodiversidade atual, aponta que a taxa de perda de espécies animais e vegetais hoje chega a cem vezes a de extinção natural. Além disso, cerca de 150 espécies são extintas todos os dias no mundo, a maioria pela ação humana. Para o professor Padial, um dos principais desafios da Biologia em relação à teoria da evolução de Darwin é entender como, e em qual velocidade, as espécies atuais sobreviverão frente às rápidas mudanças ambientais, como o aquecimento global, a poluição e a perda acelerada de áreas naturais.

"Até pouco tempo atrás, os pesquisadores acreditavam que processos evolutivos não ocorriam em um curto período de tempo. Assim, com as mudanças globais, a extinção era o destino mais provável da grande maioria de espécies", analisa o ecólogo André Padial. Entretanto, algumas delas podem se adaptar via seleção natural rapidamente, o que fará com que várias consigam sobreviver no futuro, quando explorarão o ambiente de uma forma diferente, possivelmente dando origem a espécies diferentes. "Muitas espécies mudarão sua área de distribuição atual, enquanto muitas outras, infelizmente, se extinguirão", conclui o pesquisador.

Atividade para o terceiro ano do ensino médio


1- Você concorda com a teoria de Charles Darwin? sim ou não? se a resposta for sim
pense em exemplos práticos do dia a dia que podem explicar esse processo onde alguns seres vivos são selecionados pelo ambiente. se a resposta for não justifique sua resposta utilizando argumentos(3) para defender sua ideia.

2- De acordo com o texto como Darwin explicaria essa vantagem da população humana em relação as outras espécies? O que nos coloca em vantagem em relação aos outros organismos? será que nós seres humanos somos melhores e os mais adaptados do planeta? quias são os motivos para que aconteça esse fenômeno?

3- Temos muitas espécie correndo risco de extinção. Você consegue imaginar o que poderá ocorrer daqui alguns anos (pense na cadeia alimentar, recursos naturais, etc), será que todos nós estaremos adaptados suficientemente para suportar os problemas ambientais que vem pela frente? Projete-se mentalmente para o futuro e analise o meio ambiente como um todo. depois relate quais seriam as saídas para enfrentar esse problema?

4- A sociedade em geral se intitula como sendo um ser racional, diferente dos outros seres vivos pela capacidade de pensar, agir e de se relacionar com os outros seres vivos. No ponto de vista evolutivo somos tão evoluídos como qualquer outras espécie que habitam o planeta pois sofremos as mesmas pressões do ambiente que vai selecionando os indivíduos deixando no ambiente somente os mais aptos. Você concorda com quais dos pontos de vistas ? justifique sua resposta.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

O Pampa Ameaçado!

Segundo dados do ministério do Meio Ambiente o desatamento do Floresta Amazônia (bioma com maior biodiversidade do mundo) caiu em 75%, nesses últimos meses, em contra partida o nosso Bioma Pampa segue com seu velhos problemas, a pecuária, a agricultura cultivo da soja, aberturas de estradas, redes de transmissão de energia, e agora a plantio de eucaliptos. Estima-se que restam apenas 46% da sua vegetação original, com isso aumentam os perda na biodiversidade e consequentemente trará grandes prejuízos ambientais no futuro próximo. Cuidar de nossos ecossistemas é o mínimo que nossos políticos poderiam fazer na questão ambiental, ao contrario disso aprovam Leis que autorizam a devastação desses recursos naturais como a alteração do Código florestal Brasileiro. Esperamos que esses dados sirvam de alerta, pois a final de contas para termos um equilíbrio ambiental. É necessário conservar e zelar por todos os Biomas, pois são neles que estão inseridas o grande numero de espécies de fundamental importância, com essas reduções nesse ecossistemas muitas delas correm risco de extinção.
Bioma = Grande Ecossistema com clima e vegetação característica ou outro aspecto identificador de paisagem.