
'Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser, seja ele microscópico ou não, ninguém precisará ensiná-lo a amar o seu semelhante.'
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Árvore da Vida de Darwin

segunda-feira, 15 de abril de 2013
Tirinhas da BIO
segunda-feira, 1 de abril de 2013
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL É PRECISO!
O que é preciso fazer para alcançar o desenvolvimento sustentável?
Esse conceito representou uma nova forma de desenvolvimento econômico, que leva em conta o meio ambiente.
Muitas vezes, desenvolvimento é confundido com crescimento econômico, que depende do consumo crescente de energia e recursos naturais. Esse tipo de desenvolvimento tende a ser insustentável, pois leva ao esgotamento dos recursos naturais dos quais a humanidade depende.
Atividades econômicas podem ser encorajadas em detrimento da base de recursos naturais dos países. Desses recursos depende não só a existência humana e a diversidade biológica, como o próprio crescimento econômico.
O desenvolvimento sustentável sugere, de fato, qualidade em vez de quantidade, com a redução do uso de matérias-primas e produtos e o aumento da reutilização e da reciclagem.
Os modelos de desenvolvimento dos países industrializados devem ser seguidos?
Caso as sociedades do Hemisfério Sul copiassem os padrões das sociedades do Norte, a quantidade de combustíveis fósseis consumida atualmente aumentaria 10 vezes e a de recursos minerais, 200 vezes.
Ao invés de aumentar os níveis de consumo dos países em desenvolvimento, é preciso reduzir os níveis observados nos países industrializados.
Os crescimentos econômico e populacional das últimas décadas têm sido marcados por disparidades.
Embora os países do Hemisfério Norte possuam apenas um quinto da população do planeta, eles detêm quatro quintos dos rendimentos mundiais e consomem 70% da energia, 75% dos metais e 85% da produção de madeira mundial.
O que é Biodiversidade?
Não se sabe quantas espécies vegetais e animais existem no mundo. As estimativas variam entre 10 e 20 milhões, mas até agora os cientistas classificaram e deram nome a somente 2 milhões de espécies. Entre os especialistas, o Brasil é considerado o país da "megadiversidade": aproximadamente 20% das espécies conhecidas no mundo estão aqui. É bastante divulgado, por exemplo, o potencial terapêutico das plantas da Amazônia.
Para entender o que é a biodiversidade, devemos considerar o termo em dois níveis diferentes: todas as formas de vida, assim como os genes contidos em cada indivíduo, e as inter-relações, ou ecossistemas, na qual a existência de uma espécie afeta diretamente muitas outras.
A diversidade biológica está presente em todo lugar: no meio dos desertos, nas tundras congeladas ou nas fontes de água sulfurosas. A diversidade genética possibilitou a adaptação da vida nos mais diversos pontos do planeta. |
A poluição, o uso excessivo dos recursos naturais, a expansão da fronteira agrícola em detrimento dos habitats naturais, a expansão urbana e industrial, tudo isso está levando muitas espécies vegetais e animais à extinção. A cada ano, aproximadamente 17 milhões de hectares de floresta tropical são desmatados. As estimativas sugerem que, se isso continuar, entre 5% e 10% das espécies que habitam as florestas tropicais poderão estar extintas dentro dos próximos 30 anos.
A sociedade moderna - particularmente os países ricos - desperdiça grande quantidade de recursos naturais. A elevada produção e uso de papel, por exemplo, é uma ameaça constante às florestas. A exploração excessiva de algumas espécies também pode causar a sua completa extinção. Por causa do uso medicinal de chifres de rinocerontes em Sumatra e em Java, por exemplo, o animal foi caçado até o limiar da extinção. A poluição é outra grave ameaça à biodiversidade do planeta. Na Suécia, a poluição e a acidez das águas impede a sobrevivência de peixes e plantas em quatro mil lagos do país.
A introdução de espécies animais e vegetais em diferentes ecossistemas também pode ser prejudicial, pois acaba colocando em risco a biodiversidade de toda uma área, região ou país. Um caso bem conhecido é o da importação do sapo cururu pelo governo da Austrália, com objetivo de controlar uma peste nas plantações de cana-de-açúcar no nordeste do país. O animal revelou-se um predador voraz dos répteis e anfíbios da região, tornando-se um problema a mais para os produtores, e não uma solução.
Contudo, ainda não está claro como a Convenção sobre a Diversidade deverá ser implementada. A destruição de florestas, por exemplo, cresce em níveis alarmantes. Os países que assinaram o acordo não mostram disposição política para adotar o programa de trabalho estabelecido pela Convenção, cuja meta é assegurar o uso adequado e proteção dos recursos naturais existentes nas florestas, na zona costeira e nos rios e lagos.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Sangue artificial pode ser produzido até 2015
Pesquisa em universidade escocesa está trabalhando na criação de um material semelhante aos glóbulos vermelhos humanos
por Redação GalileuCientistas da Universidade de Edimburgo, na Escócia, estão usando células-tronco da medula óssea para fazer crescer um material que muito se assemelha aos glóbulos vermelhos criados naturalmente no corpo humano.
O grupo está trabalhando para produzir sangue do tipo O Negativo, compatível com 98% da população mundial, mas produzido por apenas 7%. Como será desenvolvido em laboratório, o sangue artificial estará livre de qualquer vírus ou doença, como HIV e hepatite. Acredita-se que o sangue vai estar pronto para teste em menos de dois anos.
É importante ressaltar que ele não poderá ser um substituto para o sangue natural, mas apenas atuar provisoriamente, em casos de pacientes que necessitam urgentemente de transfusões e essas não puderem ser feitas.
Gabarito Oficial do Enem 2011
Confira no link acima o gabarito oficial do Enem/2011
Se esta moda pega
Lydia Cintra 3 de novembro de 2011
Que tal ser o zelador de uma bike? Há quatro meses começou em São Paulo o projeto Coletivas, cujo lema é: “Bicicleta parada não leva a nada”. Se você tem uma bike parada e sem uso, pode doar. Ou então, pode colocá-la à disposição de uma rede de empréstimos quando não estiver usando. Doação de peças e ajuda com mão-de-obra voluntária em consertos e ajustes também são bem-vindas.
O projeto não tem uma sede, nem pessoas contratadas. Tudo funciona de forma colaborativa, inclusive com a realização de oficinas para reparos nas bikes. Em entrevista para o Bike Pedal e Cia, Fabrício Muriana, um dos idealizadores do Coletivas, disse que “há uma demanda latente por pessoas que começaram a pedalar e um estoque de bicicletas paradas muito grande. Só não está centralizado em algum lugar online”.
O projeto não envolve dinheiro, nem tem essa intenção. As trocas são baseadas na confiança, o que gera uma via de mão dupla. Quem pega emprestado, por exemplo, pode fazer algum reparo, calibrar os pneus ou mesmo devolvê-la mais limpa do que pegou. “Esse seria o pagamento pelo uso, o que ajudará a custear sua manutenção e estabelecerá uma relação de responsabilidade e de mais intimidade com aquela bicicleta”.
O zelador é a pessoa responsável justamente por zelar por uma das bikes. É o responsável por guardá-la e combinar o empréstimo com o usuário interessado. Os detalhes são conversados entre as duas partes envolvidas: tempo de uso, manutenção e local onde serão guardadas são questões combinadas em cada caso.
Cada bike tem um nome (Chiquinha, Amarelinha…). Essa “personificação” faz com que não elas sejam apenas um número. A ideia é criar o sentimento de pertencimento coletivo pelas bicicletas, as protagonistas do projeto. Com o tempo, cada bike terá um “perfil” virtual, com resumo, fotos, histórias e depoimentos que servirão como referência para quem quiser utilizar o serviço.